Pessoas Especiais

segunda-feira, 7 de março de 2011

Crocata Tritonia

crocata Tritonia

(L.) Ker Gawl.

Família: Iridaceae
Nome comum:
kalkoentjie


Tritonia crocata flowers

crocata Tritonia é um atraso, primavera verão marcante e plantas de floração precoce com laranja flamejante sprays ou flor de laranja avermelhado e um fã de curto, folhas em forma de lança. É livre a floração, faz um recipiente ideal e sujeito jardim de rochas, e multiplica-se rapidamente.

Descrição
crocata Tritonia é uma folha caduca, no inverno de crescimento geophyte (uma planta com um órgão de armazenamento subterrâneo) até 350 mm de altura. Tem um rebento achatadosC. crocata flowersrodeado por algumas camadas de fibras túnicas exteriores e multiplica por cormlets produzidos em torno de sua base. Ele produz um fã de curto, folhas lanceoladas, no outono e um pico de laranja brilhante numerosos ardente ou laranja avermelhado, quase regular, flores em forma de taça no final da primavera e início do verão (setembro-novembro). Os três tepals inferior da flor tem uma estreita amarelo ou vermelho escuro faixa central na garganta, e todos os tepals tem atrativos estreitas zonas translúcidas ou "janelas" nas margens.O fruto maduro é uma pequena cápsula marrom que rupturas longitudinalmente de cima para baixo, liberando inúmeras pequenas, duras, angulada sementes marrons.

O estado de conservação
crocata Tritonia é uma planta protegida. O seu habitat está sendo ameaçado, em certa medida com a construção de casas ao longo da costa sul do Cabo, mas não é considerado atualmente como ameaçadas.

Distribuição e habitat
Tritonia consiste de 27 espécies e está concentrada na parte sul do Cabo Ocidental. O gênero está representado em todas as nove províncias da África do Sul bem como em Lesoto e Suazilândia, e sua distribuição se estende quase até o norte do equador na Tanzânia, na região central da África Oriental. crocata Tritonia cresce em solos argilosos em renosterveld da parte sul dos Balcãs do Cabo, que se estende desde Swellendam e George, a oeste com Humansdorp no leste. É bem adequado para o cultivo em climas temperados, mas não é resistente a longos períodos de geada.

Derivação do nome e aspectos históricos
O gênero Tritonia foi trazido à existência pelo Inglês botânico JB Ker Gawler em 1802, que o nomeou para a palavra latina triton, um cata-vento, devido à orientação variável dos estames de algumas espécies.crocata Tritonia foi originalmente descrita como Ixia crocata por Linnaeus em 1762. O nome específico crocata é derivado do latim e remete para as flores amarelas açafrão de Crocus sativus que deve ter suportado semelhança com as flores secas de crocata Tritonia quando foi descrita originalmente. Juntamente com T. squalida, crocata T. foi uma das espécies utilizadas na criação dos híbridos coloridos brilhantemente amplamente cultivada em jardins de clima temperado em todo o mundo de hoje.

Ecologia
As flores em forma de copo de T. crocata são polinizadas por abelhas. As cápsulas se abrem quando maduros e as sementes caem no chão como um resultado da "batida" ea ação agitação causada pelos ventos fortes do verão.

Usos e aspectos culturais
crocata Tritonia não é usada medicinalmente, por qualquer dos povos indígenas da África do Sul, mas é usado em horticultura como um recipiente e plantas da cama em muitos países.

T. crocata flowersCrescer crocata Tritonia

Um bem, ventilado aspecto ensolarado, um crescimento fortemente drenados pesados, encharcando média em intervalos regulares durante a época de cultivo e manutenção de um período de seca na dormência são necessários para o cultivo da crocata Tritonia. Pode ser cultivadas em vasos, janela caixas, bolsas e jardim de rochas como uma fronteira frente aos grandes plantas herbáceas. Plante as cebolas no outono (abril-maio) em um solo arenoso contendo algumas decomposta bem composto, a uma profundidade de cerca de 2 cm de crescimento médio acima do rebento. Rebentos devem ser plantadas juntas (cerca de 5 cm de distância) para criar um efeito reunido. Permitir que o crescimento médio para secar completamente para o nosso verão, ou levantá-los e armazenar em um local seco e fresco até ao Outono.

Plante as sementes no Outono em bandejas de sementes ou vasos profundos, em um meio bem drenado, como partes iguais de composto finamente peneirado e areia de rio grossa. Cubra as sementes com uma camada de 3-4 mm de meio de semeadura e mantenha úmido regando com um fino aumentou cerca de duas vezes por semana, dependendo das condições meteorológicas. Germinação de sementes frescas ocorre em cerca de três semanas, e sob condições ideais, as flores podem ser esperados pela primeira vez na segunda temporada.

Os botões florais em desenvolvimento são, por vezes atacada por pulgões, e as folhagens, muitas vezes é vítima de fungos de ferrugem no inverno e ao ácaro vermelho no início do verão.Os rizomas estão sujeitas à infestação cochonilha quando cultivadas em recipientes sob fechados, condições pouco ventilados.

Referências e leituras adicionais
  • De Vos, a MP 1999. Iridaceae-Ixioideae-Ixieae-Tritoniinae. Flora da África do Sul 7,2,1 (primeira parte): 89-128.
  • Duncan, GD 2006. , Gratificante. Tritonias Espetacular Veld & Flora 92: 132-137.
  • Du Plessis, NM & Duncan, GD 1989. bulbosa plantas do sul da África. Tafelberg, Cidade do Cabo.
  • Jeppe, BJ & Duncan, GD 1989. primavera e no inverno bolbos da. Cape Oxford University Press, Cidade do Cabo.

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domingo, 6 de março de 2011

AMOR PERFEITO GIGANTE AZUL 9,99 + frete gratis

Sementes da Belíssima Flor:


AMOR PERFEITO GIGANTE AZUL


Descrição
variedade fácil de se cultivar. Bem adaptada a vasos, cestas para pendurar, jardins com seixos e bordaduras.

Dicas: floresce melhor em áreas de noites frescas. Plantar em pleno sol, ou em épocas mais quentes, em sombra parcial. Retirar as flores velhas e podar as plantas muito abertas para reflorescerem.

Germinação: de 10 a 21 dias.

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FISIOLOGIA DA PLANTA
Fenologia / ciclo
As variedades de gladíolo podem ser de ciclo curto, médio e longo, com a floração ocorrendo entre 65 até 120 dias após o plantio.
De modo geral, o desenvolvimento do gladíolo ocorre da seguinte forma:
a) 3-5 semanas após o plantio: surgimento de raízes e início de emissão das folhas;
b) 7-9 semanas após o plantio: desenvolvimento vegetativo;
c) 12-14 semanas após o plantio: lançamento de espiga floral e abertura das flores;
d) 16-18 semanas após o plantio: senescência das folhas, formação de novo bulbo e bulbilhos.

2 – EXIGIÊNCIAS DA CULTURA
2.1. Solo
O solo areno-argiloso, com boa drenagem e permeabilidade, permite melhor desenvolvimento da planta, principalmente dos bulbos. So­los mais argilosos podem ser utilizados, desde que não haja problema de encharcamento. O pH ideal fica na faixa de 5,5 a6,5.

2.2. Água
É necessário manter bom teor de umidade. A freqüência de irrigação vai depender das condições locais.

2.3. Temperatura
Em torno de 22-26o C. É bastante sensível a geadas.

2.4. Luz
É uma planta de plena insolação, não respondendo a fotoperíodo para a indução floral. Porém, em dias mais longos, maior será o seu crescimento e desenvolvimento.
Quando a produção de flores visa a uma data definida (fina­dos, dia das mães etc.), é importante atentar, principalmente, para os efeitos da temperatura e do comprimento do dia no ciclo da planta. Embora as variedades, dentro de cada grupo, tenham ciclos de floração bem uniformes, temperaturas elevadas e dias longos tendem a tornar a produção precoce, enquanto o inverso – baixas temperaturas e dias curtos – tendem a retardar a mesma.

3 – PLANTIO

3.1. Época
Em locais onde a temperatura média não fica muito abaixo da exigida pela cultura e não haja geadas, o gladíolo pode ser cultivado o ano inteiro. Entretanto, o plantio vai depender diretamente da épo­ca de comercialização das flores.

3.2. Variedades
As variedades cultivadas não apresentam muita diferença com relação ao porte das plantas, número de flores e tamanho da espiga e se distribuem, de acordo com o ciclo de floração, em:
a) Variedades precoces – Florescem em 60 dias, aproximadamente, após o plantio.
b) Variedades de ciclo médio – Florescem, em 80 dias, após o plantio.
c) Variedades tardias – Florescem em 120 dias, após o plantio.
O ciclo vegetativo (amadurecimento completo do bulbo) é 150 a 210 dias do plantio à colheita.
As variedades mais cultivadas e disponíveis para o produtor são:
“Peter Pears” (ciclo curto) – Flores dobradas, comumente chamadas de coral, devido à cor alaranjada das pétalas.
“Nova Lux” (ciclo médio) – Flores dobradas; pétalas de cor amarela.
“Gold Field” (ciclo médio) – Flores dobradas, pétalas de cor amarela.
“White Friendship” (ciclo curto) – Flores dobradas, de cor branca.
“Traderhorn” (ciclo curto) – Flores dobradas, de cor vermelha.

3.3. Escolha dos Bulbos
Os bulbos devem ser uniformes em tamanho e em quebra de dor­mência, para permitir também uma colheita uniforme de flores. As fir­mas produtoras vendem os bulbos classificados e com dormência quebra­da. O primeiro lote de bulbos a ser adquirido deve ser, preferivelmente, de bulbos de segunda geração (peso, altura e diâmetro em torno de 33 g, 2,4 cm e 3,2-3,8 cm de diâmetro, respectivamente), o que permi­te maior número de ciclos antes do descarte do lote. Este descarte o­corre porque gerações sucessivas tender a achatar o bulbo, aumentan­do-lhe o diâmetro e o ciclo vegetativo e onerando a produção. Existe uma relação direta entre tamanho de bulbo e qualidade da espiga flo­ral e produção e qualidade de bulbos-filhos.
O controle da brotação dos bulbos para a programação da flo­rada pode ser feito, armazenando os bulbos em câmaras frias, à tempe­ratura de 5° C, e com baixa umidade (70-80% u.r.), isto quando se quer atrasar o plantio, ou colocando-os em condições de temperatura e in­tensidade favoráveis (25°C - 90% u.r.) quando se quer apressar o mesmo.
Figura -2 – Classificação dos bulbos de gladíolo: A – em formação; B – bulbo “velho”; C – bulbilhos em formação; D – bulbo grande; E – bulbo médio; F – bulbilho.

3.4. Preparo do Solo e Adubação
Deve ser feito preparo em nível, se a topografia do terreno assim o exigir. Arar o terreno a uma profundidade de 25-30 cm e gra­dar.
Deve aplicar-se 20 litros/m2 de esterco bem curtido e 50-100 g da fórmula 4-14-8/m2, bem incorporados ao solo. São necessárias três adubações em cobertura com 10-30 g de sulfato de amônia/m2: a primei­ra aos 30 dias após o plantio, a segunda aos 60 dias e a terceira aos 90 dias, para uma boa produção de flores e bulbos. Em solos com com­provada deficiência de micronutrientes (B, Mo e outros), fazer aplicações de adubos foliares que tenham micronutrientes na sua formulação, na concentração recomendada pelo fabricante.


3.5. Sistemas de Plantio

3.5.1. Fileiras duplas
Podem ser utilizadas sem prejuízo para a cultura, já que as folhas são eretas e a maioria do sistema radicular situa-se num raio de, aproximadamente, 10 cm da planta. Neste caso, o espaçamento seria de 7x15x40 cm ou de 7x15x100 cm.
Para ambos os casos, uma variação no espaçamento dentro da linha vai depender diretamente do diâmetro do bulbo, variedade e con­trole fitossanitário podendo até dobrar a população quando forem usa_ dos bulbos pequenos.
Os bulbos devem ser plantados com as gemas voltadas para ci­ma, embora estas possam ser voltadas para qualquer posição. Podem ser também plantados a lanço, porém os tratos culturais ficam dificulta­dos.
O plantio de lotes de bulbos a cada 15 dias permite uma pro­dução continua de flores.


4 - TRATOS CULTURAIS

4.1. Capinas
Devem ser feitas quando necessário. No caso de produção de bulbos, a cultura deve ser mantida sem plantas daninhas até o fim do ciclo.

4.2. Irrigação
Manter uma freqüência de irrigação que evite o ressecamento do solo, até o inicio do amarelecimento das folhas. Condições desfavoráveis de umidade podem causar queima na ponta das espigas e apressar o ciclo, enquanto o excesso de água pode causar retardamento no ciclo até o apodrecimento dos bulbos caso esse excesso perdure por períodos longos.
Tutoramento
É uma das práticas mais importantes na cultura do gladíolo, cujas plantas apresentam grande tendência de tombamento, ocorrendo, em conseqüência, o desenvolvimento de inflorescências com haste deformada, sem valor comercial.
Através do tutoramento, é possível manter as plantas com crescimento vertical, com produção de flores em hastes eretas para otutoramento, utilizam-se ripas de madeira ou bambu e fitas plásticas ou fitilhos. Barbantes não são recomendados, Pois rompem-se com facilidade. Arames também não são utilizados pela dificuldade de se trabalhar com esses materiais. O sistema de tutoramento deve ser implantado logo no início da cultura, ou seja, de 15 a 20 dias após o plantio. O primeiro fio é instalado a 30 cm do solo, sendo ainda colocadas mais 2 a 3 fiadas, de acordo com o crescimento da planta, também espaçados de 30 cm.

4.3. Amontoa
Como o espigamento pode causar o tombamento da planta por excesso de peso, recomenda-se fazer amontoa quando as plantas atingirem 40 cm de altura. Se mesmo após a amontoa as hastes florais começarem a tombar, faz-se necessário o tutoramento das mesmas. Isto pode ser feito, colocando um arame ou mesmo bambu ao longo da linha de plantio.

4.4. Cobertura Morta
Favorece o controle de umidade, temperatura e plantas dani­nhas, além de permitir melhor estruturação do solo. Se o material utilizado for de alta relação C/N (ex.: bagaço de cana), deve-se aumen­tar a adubação nitrogenada.


4.5. Doenças e Pragas

4.5.1. Doenças
Até bem pouco tempo (1980), as doenças de maior importância no Brasil, para a cultura, restringiam-se ao bulbo. Porém, com o surgimento da ferrugem (Uromyces transversalis), que ataca toda a parte aérea da planta, passou-se a exigir um controle sistemático dessa doen­ça sob pena de perder a produção de flores e bulbos. Deve-se também dedicar especial atenção à podridão-de-fusario (Fusariumoxisporum), que ataca o bulbo no solo e durante o armazenamento, acarretando enormes prejuízos.
a) Podridão-dura (Septoria gladioli) – Mancha irregular no bulbo, de cor marrom-escura, sob as folhas envolventes. O tecido doente torna-se duro, até a mumificação completa do bulbo. Durante o crescimento, as plantas crescem pouco, não florescem e podem morrer prematuramente. Pode atacar folhas próximas da base, formando manchas de cor marrom-acinzentada, com margens claras. A infecção se dá no campo e dificilmente no armazenamento. No solo, o fungo permanece pelo me­nos por quatro anos.
b) Podridão-seca (Septoria gladioli) – O bulbo fica com man­chas vermelho-marrom escuras, de forma circular, ligeiramente deprimida, atingindo também as folhas protetoras. Vegetando, as folhas começam a amarelar, secam e podem apresentar na sua parte basal e naque­las de revestimento, vários escleródios.
c) Podridãode-penicilium (Penicillium gladioli)- Doença muito comum no armazenamento. Bulbos com manchas deprimidas, cor verme­lho-marrom, firmes, porém não como na podridão-dura, com dobras con­cêntricas, algumas vezes com uma cor amarelo-enxofre. Sob alta umida­de, desenvolve-se um mofo cinza-esverdeado. A infestação ocorre pelas lesões causadas durante o arranquio e o manuseio posterior. Manchas pequenas não impedem que se plante o bulbo, uma vez que não passa pa­ra os bulbos-filhos.
d) Podridão-de-fusario (Fusarium oxysporum pv. gladioli) – A infecção ocorre no solo e prolifera durante o armazenamento. Quando da colheita, as lesões aparecem como pequenas manchas d’água, mar­rom-escuras. As folhas protetoras se descolorem e se tornam quebradi­ças. No armazenamento, as manchas crescem. São irregulares, tendendo a circulares, deprimidas pela rápida secagem e pelo enrugamento do tecido; bordos definidos, comum pequeno halo aquoso. Ocorrem manchas com anéis ligeiramente concêntricos. O fungo permanece no solo por, pelo menos, cinco anos. Controle: imersão, durante 30 minutos, em solução de Manzate ou Benlate, ou Tecto 60 na concentração de3 g do produto comercial por litro d’água.
e) Amarelecimento (Fusarium sp.) – Descoloração e amareleci­mento da folhagem, devido á infecção dos feixes vasculares pelo fusa­rium. Podridão-marrom, começando pela cicatriz da base do bulbo, que penetra no seu interior e cresce também na superfície. Muitos bulbos morrem no campo e outros secam no armazenamento.
f) Podridão-de-botritis (Botrytis gladiolorum) – Pode atacar a folhagem, causando-lhe manchas claras e foscas, às vezes com cor marrom-avermelhada. Ocorre também no bulbo, durante o armazenamento de bulbos malcurados. Alta umidade relativa e temperatura entre 28 e 36o C constituem condição ideal para a infecção das folhas. Controle: pulverizações semanais com Benlate, Maneb ou similar e Zineb, na con­centração de 2 g/l do produto comercial.
g) Ferrugem (Uromyces transversalis) – Caracteriza-se pelas pústulas transversais que ocorrem nas folhas e hastes florais. Os sintomas iniciam-se por manchas descoloridas, pequenas, que se tornam salientes, em forma de pústulas de cor amarelo-alaranjada, formando posteriormente pústulas maiores, que tomam toda a área da folha. O pedúnculo floral e as sépalas também são afetados. Com o desenvolvimen­to, as pústulas tomam coloração pardo-ferruginosa. As flores produzi­das por plantas doentes são de qualidade e sanidade inferiores, e os bulbos-filhos não chegam à maturação. Se não for feito um controle intensivo, a produção de flores e bulbos fica totalmente comprometi­da. Controle: pulverizações semanais com Bayleton, Saprol ou Plantvax, na concentração de 2 g/l do produto comercial. O uso de fungicidas cúpricos é eficiente no controle da ferrugem e não causa danos às has­tes florais e aos bulbos, embora haja referência ao efeito tóxico do cobre sobre a planta.
h) Queima-de-curvulária (Curvularia trifolii) – Ataca qual­quer parte da planta, com mais intensidade as folhagens e inflorescências.
No bulbo causa lesões deprimidas, enegrecidas, que não proliferam no armazenamento.
i) Podridão-de-estromatinia (Stromatinia gladioli) – Ataca os bulbos, raízes e região do coleto. A região atacada apresenta grande abundancia de escleródios negros. Em geral, o fungo não apresenta crescimento durante o armazenamento. O fungo permanece no solo por três anos ou mais.
j) Queima-das-folhas ou Podridão-do-pescoço (Bacterium mar­ingatum) – Doença das mais comuns no gladíolo.
k) Mosaico (Doença virosa) – Causa manchas com coloração mais clara nas pétalas e também nas folhas. A transmissão dá-se por inse­tos sugadores.
Algumas medidas para evitar o aparecimento e disseminação de doenças podem ser tomadas, como segue:
- Durante o cultivo, as plantas doentes devem ser arrancadas e destruídas (bulbilhos também) e o solo, removido ou desinfetado.
- Rotação de culturas. Não repetir o plantio, no mesmo solo, pelo me­nos por quatro ou cinco anos.
- Manuseio apropriado e cuidadoso dos bulbos desde a colheita, limpeza e armazenamento. Evitar injúrias.
- Bulbos contaminados devem ser separados e destruídos, bem como os bulbilhos e os restos culturais.
- A boa cura é imprescindível à sanidade. Armazenar em galpão, 30° C, por 2-4 semanas.
-Termoterapia – Imersão em água, a 40°C, por 30 minutos ou, a 53°C, por 15 minutos.
-Armazenamento, em camadas pouco espessas, em bandeja com fundo telado, prateleiras etc., permitindo não só a temperatura adequada, co­mo também bom arejamento.

4.5.2. Pragas
a) “Trips” – Nada menos que 12 espécies de “trips” têm sido encontradas causando danos ao gladíolo. Dentre elas, a Taeniotripssimplex (Morison) é a principal.
Os “trips” atacam os bulbos, folhas, botões florais e flores do gladíolo. No seu ciclo de vida, o “trips” causa danos ao gladíolo, tanto na fase de larva quanto na adulta.
Nos bulbos, o ataque se verifica durante o armazenamento, e a região atacada apresenta um tecido de aparência corticosa, marrom.
No campo, atacam também as brotações novas, folhas e inflo­rescências, onde se reproduzem. As folhas atacadas tomam uma colora­ção prateada, tornando-se cor de palha, e os botões atingidos não se abrem normalmente. O “trips” não é facilmente visto nas plantas no campo.
O controle preventivo envolve boa limpeza e desinfecção dos bulbos na colheita e destruição dos restos culturais. Os bulbos arma­zenados devem ser tratados com naftalina, que deve ser colocada entre e sobre os bulbos recém-limpos, em ambiente com certo controle de arejamento (galpões, caixas cobertas ou mesmo sacos, não completamente herméticos), na quantidade de 500 g para 3.000 bulbos. O tratamento deve durar cerca de quatro semanas.
No campo, deve-se controlar, preventivamente, o “trips” com o uso de inseticidas sistêmicos (Phosdrin, na concentração de 2 ml/l do produto comercial), a fim de evitar que a floração fique comprome­tida.
b) Pulgão lanígero (Pseudococcus maritimus (Ehrt)) – Ataca especialmente bulbos armazenados, preferindo á porção basal do prato do bulbo e primórdios de raízes. Bulbos atacados murcham e originam plantas fracas. No campo, o inseto causa redução no crescimento da planta. A termoterapia (±50 C, por 15 minutos) elimina os Pseudococ­cusexistentes. No campo, o ataque pode ser controlado com insetici­das sistêmicos ou com o uso de inseticidas no sulco de plantio.
c) Pulgões (Myzus sp.) – Sugam as brotações dos bulbos, tan­to no armazenamento quanto nos plantios de campo. São bastante preju­diciais às plantas em formação. O controle no armazenamento é o mes­mo usado para o “Trips”. No campo, o uso de piretróides, ou outros inseticidas de contato, dá bom controle.
d) Nematóides (Meloidogyne incognita) – As plantas atacadas param de crescer, murcham e mostram galhas no sistema radicular e no bulbo.
Outros insetos mastigadores causam danos ao gladíolo, sendo necessário acurada observação das plantas durante o ciclo de cresci­mento.





LITERATURA CONSULTADA
1. COELHO, G.W.C. Relatório técnico/dez. 83. Jaguariúna-SP. Coop. Agrop. Holambra, 1983. 10 p.
2. FORSBERG, J.L. Diseases of ornamental plants. Urbana, University of Illinois Press, 1975. 220 p.
3. JANICK, J. A ciência da horticultura. Rio de Janeiro, USAID, 1966. 485 P.
4. LOPES, L.C.; BARBOSA, J.G.; CRUZ FILHO, J. da. Efeito de fungicidas no controle da ferrugem (U. transversalis (Thuemen)Winter) do gladíolo. Revista Ceres, Viçosa, 30(171):366-74, 1983.
5. LOPES, L.C. & BARBOSA, J.G. Relação entre o tamanho do bulbo semente e produção de flores e bulbo de gladíolo, cv. PeterPears. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FLORICULTURA E PLANTAS ORNAMENTAIS, 42 Rio de Janeiro, 1983. Anais… Brasília, EMBRAPA, 1983. p.161-4.
6. LOPES, L.C. & BARBOSA, J.G.; CRUZ FILHO, J. da.; ALMEIDA, J.S. de. Tratamento pré-plantio de bulbos de gladíolo, cv. PeterPears, com os fungicidas Benlate, Cercoram e Manzate. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FLORICULTURA E PLANTAS ORNAMENTAIS, 42 Rio de Ja­neiro, 1983. Anais… Brasília, EMBRAPA, 1983. P. 241-4.
7. MANTOVANI, E.C. Efeito da dessecação com gramoxone e do corte da
folhagem na redução do ciclo vegetativo do gladiolo (Gladiolus grandiflorus L.), Peter Pears.Viçosa, UFV, Impr. Univ., 1981. 39 P. (T1ese M. S. )
8. PAULUS, A.O.; BESEMER, S.; SHIBUYA, F.; NELSON, J. Sistemics fun­gicides for control of fusarium corn rot of gladiolus. Califor­niaAgriculture, California, 25(1): 14-5, Jan., 1971.
9. PITTA, G.P.B.; FIGUEIREDO, M.B.; CARDOSO, R.M.G.; HENNENI, J.F. Ferrugem (U. transversalis (Thuemen) Winter), uma nova doença do gladíolo (Gladiolus spp) no Brasil. Biológico. São Paulo,
47(12)323-8 Is.d. 1
10. RYAN, G.F. Effects of temperature on rest in gladiolus corms. Proc. Amer. Soc. Hort. Sci.,66: 463-71, 1955.
11. SOUZA, H.M. de. Gladíolos (Sociedade Brasileira de Floricultura). São Paulo-SP. (s. Ed.) 1970. 12 p. (mimeo.)

sábado, 5 de março de 2011

Como fazer a manutenção

Como fazer a manutenção

Após alguns anos, as touceiras tornam-se muito densas e precisam ser divididas. Retire-as durante o período de dormência das espécies e replante os bulbos em grupos irregulares. Para identificar o local das touceiras marque-as com uma vara de bambu ou uma placa de identificação.

Retire a touceira do solo usando garfo de mão. Para touceiras maiores, ou muito profundas, use um garfo grande. Faça isso com o máximo de cuidado para não machucar os bulbos e descarte os que estiverem danificados.

Separe os bulbos menores dos bulbos-mãe e as escamas externas soltas da túnica. Descarte os exemplares que não tenham uma aparência saudável.

Não descarte os bulbos que se formam ao redor dos maiores. Plante-os em local separado até que tenham atingido seu tamanho natural.

Flores de bulbos*



Bulbos

Local de plantio

Profundidade

Espaçamento

Período do plantio até o florescimento

Altura da flor

Período de florescimento

Período do ciclo

Agapanthus

Sol

Cobrir o broto

20x20cm

Floresce Out/Nov/Dez

100cm a 120cm

20 a 25 dias

365 dias

Amaryllis

Sol

Até a borda

20x20cm

20 a 30 dias

40cm a 70cm

20 a 25 dias

240 dias

Angélica

Sol

5cm

20x20cm

90 a 120 dias

80cm

15 a 25 dias

180 dias

Frésia

Sol

5cm

10x10cm

90 a 100 dias

40cm a 60cm

20 a 25 dias

180 dias

Gladíolo

Sol

7 a 10cm

10x10cm

60 a 70 dias

80cm a 120cm

20 a 30 dias

150 dias

Helicônia Rostrata

Sol

10cm

80x80cm

180 dias

150cm a 250cm

70 a 80 dias

365 dias

Hemerocallis

Sol

Até a borda

20x20cm

60 a 70 dias

40cm a 80cm

20 dias

365 dias

Lírio

Sol

10cm

20x20cm

70 a 80 dias

60cm a 100cm

15 a 20 dias

210 dias

Narciso

Sol

5cm

15x15cm

30 dias

30cm a 40cm

15 a 20 dias

180 dias

domingo, 16 de janeiro de 2011

Bulbos de Copo de Leite

Estou muito feliz com os novos bulbos.



Bulbo copo leite amarelo, 
foto meramente ilustrativa







Bulbo copo leite bicolor (preto e branco), 
foto meramente ilustrativa




Bulbo copo leite preto, 
foto meramente ilustrativa





Bulbo copo leite branco, 
foto meramente ilustrativa




Bulbo copo leite rosa, 
foto meramente ilustrativa




Bulbo copo leite mango, 
foto meramente ilustrativa



Caso queira poderá retirar no centro do Rio de Janeiro.


segunda-feira, 12 de abril de 2010

Também estou a venda: Bulbos

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Enviando após confirmação de pagamento com comprovante.

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